sábado, 25 de agosto de 2012

FALECIMENTO DO IRMÃO NEIL ARMSTRONG 25/08/2012





Faleceu neste sábado (25/08/2012), aos 82 anos, nos Estados Unidos, o Ir.'. Neil Armstrong, primeiro homem a pisar na Lua (em 21/07/1969, às 02h56min GMT).

"Estamos de coração partido ao dividir a notícia de que Neil Armstrong faleceu após complicações ligadas a procedimentos cardiovasculares", informou a família do astronauta em nota à imprensa. "Neil foi um marido, pai, avó, irmão e amigo amoroso."

Em 07 de agosto, ele foi submetido a uma cirurgia cardíaca de emergência, após médicos encontrarem quatro obstruções e desde então estava se recuperando no hospital em Cincinnati, onde morava com a esposa.

No Twitter, a Nasa ofereceu "seus sentimentos pela morte de Neil Armstrong, ex-piloto de testes, astronauta e primeiro homem na Lua."

A ele, nossos parabéns pela coragem no cumprimento do dever e a certeza do merecido repouso no Oriente Eterno.

Biografia de Armstrong aqui, aqui e mais informações sobre a Missão Apolo 11 aqui.



Da esq. para a dir. os componentes da missão Apolo 11: Neil Armstrong (Maçom), Michael Collins e Edwin "Buzz" Aldrin (Maçom). Armstrong e Aldrin têm suas estátuas na entrada das Grandes Lojas de Washington.


Ao voltar à Terra, a tripulação da Apollo 11 ficou em quarentena. Os astronautas conversaram com o presidente Richard Nixon pela janela do veículo de quarentena.


Recentemente o Ir.'. Buzz Aldrin fez uma rápida aparição no blockbuster “Transformers 3 – the dark of the moon” (2011), demonstrando estar muito bem nos seus 81 anos (link para vídeo aqui). Michael Collins também está vivo e com 81 anos.


45 ANOS DA LOJA ROSACRUZ JOÃO PESSOA - AMORC 27/08 a 01/09/2012





Caros Fratres e Sorores,

Este ano, a Loja Rosacruz João Pessoa-AMORC completa 45 anos de existência e, preparamos uma semana de palestras abertas ao público para comemorar esta data. Programe-se, tragam seus amigos e familiares e participem!

27/08/2012 – 19h30
Palestra: Saúde e Espiritualidade – Profª Ana Paula Cavalcante – professora do Curso Ciências das Religiões – UFPB;

29/08/2012 – 19h30
Palestra: Símbolos Secretos dos Rosacruzes dos Séculos XVI e XVII – Frater José Carlos de Abreu Amorim – Mestre Auxiliar, da Loja RC João Pessoa-AMORC, Mestre da Heptada Martinista João Pessoa-TOM e graduando em Ciências das Religiões - UFPB;

31/08/2012 – 19h30
Palestra: O Alfabeto Sagrado – Frater Francisco de Assis Vale Cavalcante Filho – Mestre do Pronaos João Pessoa, Venerável Mestre da Loja Maçônica Segredos da Pirâmide nº 16 – GOPB (COMAB), Doutorando em Filosofia e Professor de Filosofia – UFPB.

01/09/2012
17h15 – Convocação de Pronaos*
18h15 – Convocação de Loja* – com os Monitores e a Grande Conselheira da Região NE-01

* Exclusiva para rosacruzes


No sábado (01/09), após as convocações, faremos uma confraternização na Churrascaria Sal e Brasa: jantar por adesão com rosacruzes, familiares e amigos;  R$ 21,90 (vinte e um reais e noventa centavos) por pessoa.

Com sinceros votos de Paz Profunda!


Julieta Soares
Mestre da Loja Rosacruz João Pessoa – AMORC


Loja Rosacruz João Pessoa, AMORC
Rua Esmeraldo Gomes Vieira, 333, Bancários
58000-970, João Pessoa – PB



MORAL E ÉTICA MAÇÔNICAS





por Gutenberg Sarmento da Silveira


A Maçonaria, em Sousa, privilegia e continua a aprofundar a compreensão dos princípios maçônicos, base de uma moral e ética maçônica e contribui para a sua vivência, quer no processo de avaliação dos candidatos (que devem ser livres e de bons costumes), quer na procura de exemplo das boas práticas dos seus membros (graças ao seu trabalho no aperfeiçoamento individual e colectivo).

A grande regra de moral é expressa na primeira condição exigida para que um candidato possa aspirar a ser “recebido maçon”: tem de ser livre e de bons costumes. O candidato deve passar por este crivo. Só pode aspirar à iniciação se o seu percurso e perfil, na vida profana, pré-maçônica, for julgado conformado com a prática de bons costumes.

No enunciado desta condição de admissão, aparentemente singela, cabem afinal todos os requisitos de comportamento moral que o “maçon” fica vinculado a observar durante toda a sua vida maçônica, sob pena de exclusão. O facto de aMaçonaria, especificamente em Sousa e na Paraíbal, sujeitar a admissibilidade no seu seio à condição essencial, sine qua non, da verificação de que o candidato seja de bons costumes, realça a importância que a Ordem confere à qualidade moral dos seus membros.

A sã moralidade dos “maçons” é elevada, por via dessa exigência, à natureza de grande e universal pilar estruturante da Maçonaria. Com efeito, se coexistem Obediências que assumem diferentes tendências religiosas e filosóficas, não há notícia de que alguma Obediência exista que se afaste expressamente da exigência de que os seus membros sejam tidos como de bons costumes. Os bons costumes são sempre passaporte necessário para a passagem “entre Colunas”.

A expressão “bons costumes” corresponde a um conceito indeterminado, que é bitola adequada para a qualificação de quaisquer actos ou comportamentos, como “bons” ou como “maus”, conformes ou não com a moral sã, segundo os valores adoptados numa certa cultura social e em cada momento histórico. Essa expressão maçônica remete afinal o problema da ética ou moral dos “maçons” para os padrões e para os problemas filosóficos e metodológicos da ética e da moral em geral, tal como os mesmos se colocam em cada sociedade, para quaisquer homens.

Não é este o local próprio para abordar a imensa produção dos filósofos, desde os clássicos gregos, sobre o bem e o mal. Limitamo-nos aqui a reter desse pensamento dois princípios que continuam a concorrer na cultura ocidental para dilucidar os comportamentos e actos que se conformam com os padrões da moral:

- A “regra de ouro” de extracção judaico-cristã: “não faças aos outros o que não gostarias que os outros te fizessem a ti”, ou “faz aos outros aquilo que gostarias que te fizessem”.

- O “imperativo categórico” racionalmente deduzido por Kant (séc. XVIII): "Age de modo que os princípios sobre que se baseiam as tuas acções possam, por tua vontade, valer simultaneamente como princípio de uma legislação universal";

As posteriores correntes utilitaristas (Bentham e Stuart Mill, Séc. XIX), pensaram o conteúdo moral numa perspectiva mais pragmática, como dependente da relação entre as quantidades totais de prazer/desprazer ou de utilidade/desvantagem que podem decorrer dos actos ou comportamentos dos homens.

Deixando de lado as alucinantes lucubrações de Niestzche que busca a genealogia das ideias morais no ressentimento dos fracos e vencidos, na vontade de poder e força das aristocracias e na sua construção do “super-homem”, dir-se-á que mais recentemente, a partir do fim da segunda Guerra Mundial, as discussões filosóficas sobre o bem e o mal se deslocaram claramente para os domínios da liberdade e dos direitos do homem, como valores fundamentais “em si”. É certamente nesta perspectiva que hoje se deve colocar a questão moral; mas isso não afasta a validade dos dois princípios que acima destacamos e que podem continuar a valer como fórmulas sintéticas para encontrar os caminhos do bem.

A moral e a ética na Maçonaria não apresenta qualquer especialidade teórica ou metodológica em relação à moral e à ética em geral. Mas, num plano pragmático e institucional, a circunstância já referida de a Maçonaria, especificamente  da  Grande Loja , ter adotado como grande e universal pilar estruturante a qualidade moral dos seus membros, acarreta para todos os maçons uma obrigação reforçada de conformarem a sua vida e todos os seus actos com padrões morais exigentes. Reforçamos que se acentua pelo fim, que a Ordem assume como seu, de procurar o permanente aperfeiçoamento do homem e de toda a humanidade, pela sabedoria, com força e com beleza.


Bons costumes

E ainda que os padrões morais não sejam mais objectivos nem menos voláteis para o maçon do que para os outros homens, a obrigação que o "maçon" assume, quando da sua iniciação, de ser um homem de "bons costumes" que se aproximou da maçonaria para alcançar o seu aperfeiçoamento pessoal, colocam-no perante o dever constante de, em todas as vertentes da sua vida, procurar escolher o caminho mais reto. Ele tem a obrigação de procurar ser moralmente exemplar, já que só a sua exemplaridade lhe permite contribuir para o cumprimento da obrigação a que também se vinculou de alcançar o aperfeiçoamento progressivo de toda a humanidade.


Ideal de paz

O maçon tem de pôr em prática um ideal de paz. A isso o obriga a regra da nossa Constituição Maçônica. Não pode, ou pelo menos não deve, fomentar litígios, nem pode nem deve pactuar com procedimentos que possam conduzir a guerras ou a conflitos, devendo sempre manter o equilíbrio indispensável ao perfeito controle de si próprio, nem pode cultivar os excessos nem deixar-se dominar pelas paixões, como lhe é imposto pela Regra Maçônica.


Aperfeiçoamento pessoal

Tem a obrigação, imposta pela regra  da mesma Constituição, de avaliar sempre se os seus atos, ou os seus projetos, se conformam com a imperativo do seu aperfeiçoamento.


Fraternidade

Tem de ser tolerante e fraterno, com os seus irmãos em especial, e em geral com todos os outros homens, fomentando a harmonia, a fraternidade, a ajuda recíproca. A isso o obriga a regra 6.ª A fraternidade implica igualdade; por isso, porque entre maçons não há distinções, não pode orientar a sua vida e os seus actos pela preocupação de alcançar especiais benefícios ou particulares distinções.


Lealdade

Tem de ser honrado e leal. São-lhe defesos todos os actos e comportamentos que se dirijam, ou que possa conduzir, a prejuízos para terceiros. Tem de cumprir, com honra, todos os seus compromissos. A isso o obriga especialmente a regra Constitucional.

Realização pelo trabalho

Cumpre-lhe considerar todo o trabalho como um dever e um valor maior, julgando o trabalho – de qualquer espécie, braçal ou intelectual – como o único modo de realização pelo qual o homem se ilustra, contribui para o avanço da humanidade e se pode apresenta como exemplo a seguir. Enfim, a vida do maçon, tem de ser impoluta. Esse é o preço, e a honra, de se ser maçon, seja qual for a Obediência Maçónica em que trabalhe.


Texto enviado pelo Ir .'. Joy Allan de Sousa, Grande Secretário de Interior da GLEPB.

III SEMANA DO MAÇOM EM SOUSA-PB 13-18/08/2012



No período de 13 a 18 de agosto de 2012, os Ir.'. Maçons regulares do Oriente de Sousa-PB realizaram sua III Semana do Maçom da cidade de Sousa-PB, com a participação das seguintes Oficinas: A.'.R.'.L.'.S.'. Vale do Piranhas nº 31 GLEPB (organizadora do evento), A.'.R.'.L.'.S.'. Lindolfo Pires nº 1894 GOB-PB, A.'.R.'.L.'.S.'. União Sousense nº 3.717 GOB-PB, A.'.R.'.L.'.S.'. Calixto da Nóbrega nº 15 GLEPB e A.'.R.'.L.'. S.'. Fraternidade e Trabalho nº 26 GOPB-COMAB.

A programação foi a seguinte:

Segunda-feira: reunião maçônica na Loja Vale do Piranhas, com palestra proferida pelo Ir.'. Walter Sarmento de Sá Filho, Venerável Mestre da Calixto Nóbrega, sobre doação de sangue;

Terça-feira: reunião maçônica na Loja Major Lindolfo Pires, com palestra proferida pelo Ir.'. Manoel Pereira sobre voto livre e consciente e Lei da Ficha Limpa;

Quarta-feirapela manhã, Dia D para doação de Sangue, quando Maçons, Demolays e amigos dirigiram-se ao Hemonúcleo do Hospital Regional de Sousa para efetuarem doação de sangue; à noite, reunião maçônica na Loja Fraternidade e Trabalho, com palestra proferida pelo Ir.'. Iraildo, Venerável Mestre da Vale do Piranhas, sobre consumo e desperdício de água potável na cidade de Sousa;

Quinta-feira: reunião maçônica na Loja Calixto Nóbrega, presidida pelo Ir.'. Iraildo e Loja Vale do Piranhas, com palestra proferida pelo Eminente Grão-Mestre de Honra da Grande Loja da Paraíba, Ir.'. Edgard Bartolini Filho, sobre Maçonaria e Cristianismo;

Sexta-feira: reunião maçônica na Loja União Sousense, com palestra proferida pelo Ir.'. Iraíldo, Venerável Mestre da Vale do Piranhas, sobre irrigação e desperdício nos dois perímetros irrigados de Sousa (São Gonçalo e Várzeas de Sousa);

Sábadotradicional Festa do Maçom, promovida pela Loja Calixto Nóbrega, abrilhantada pela Orquestra Super Oásis, do grupo Super Oara, nas dependências do sodalício Riachão Campestre Clube, com início pelas 23h00min.

De Cajazeiras, estiveram presentes ao baile o Ir.'. Gercilene Rolim Formiga, Venerável Mestre da A.'.R.'.L.'.S.'. José Rodovalho de Alencar nº 2912 GOB-PB e sua esposa, a Cunhada D. Helena, bem como a Assistente Social Mirtes Nobre.

Vale ressaltar que em várias oportunidades, nesta semana, um séquito composto dos Veneráveis Mestres e demais IIr.'. falaram ao público sobre os fins sociais da Ordem através de emissoras de rádio de Sousa.



Seguem fotos do site Agitos Play (mais fotos disponíveis aqui; para o discurso do Ir.'. Walter Sarmento, clique aqui):







  

















CONDECORAÇÃO DO IRMÃO VENCESLAU 21/08/2012




No dia 21 de agosto (terça), durante a solenidade alusiva ao Dia do Patrono da Polícia Militar do Estado da Paraíba – Coronel Elísio Sobreira (1878-1942), o Ir.'. Raimundo Nonato Venceslau (Obreiro da A.'.R.'.L.'.S.'. José Rodovalho de Alencar nº 2.912, jurisdicionada ao GOB-PB, Oriente de Cajazeiras-PB), recebeu das mãos do Governador do Estado da Paraíba, Dr. Ricardo Vieira Coutinho, a "Medalha do serviço policial militar em ouro - 30 anos" pelos relevantes serviços prestados à Corporação, para grande satisfação da esposa, a cunhada D. Corrinha, demais familiares e IIr.'. do Quadro.

O ato se deu na Avenida Juvêncio Carneiro, Centro de Cajazeiras e foi organizado pelo 6º Batalhão da PM, o qual é comandado pelo Ir.'. José Ronildo Souza da Silva, Deputado Estadual na P.'.A.'.E.'.L.'. pela A.'.R.'.L.'.S.'. Lindolfo Pires nº 1894 GOB-PB, Oriente de Sousa. Da Loja José Rodovalho, presentes ao evento o Ir.'. Gercilene Rolim Formiga, Venerável Mestre da Oficina, acompanhado de sua esposa, a Cunhada D. Helena e o Ir.'. João Segundo, Mestre de Cerimônia da Unidade.

Seguem fotos realizadas pelo Cerimonial Militar do 6º BPM:












quinta-feira, 23 de agosto de 2012

MISSA PELO DIA DO MAÇOM EM CAJAZEIRAS 22/08/2012





Na noite da quarta-feira, 22 de agosto, os Maçons da região de Cajazeiras-PB participaram de missa na Igreja de São João Bosco, ocasião em que se homenageou o Dia do Maçom (20 de agosto) e o Dia da Cidade de Cajazeiras.

A celebração foi presidida pelo Padre Janílson, pároco e contou com a presença de Irmãos de várias Lojas, acompanhados de seus familiares. 

A participação dos Maçons na celebração se deu por intermédio da A.'.R.'.L.'.S.'. União Maçônica Cajazeirense nº 20 GLEPB. 

Dentre os pedreiros livres, pode-se citar: o Ir.'. Stanley Lira, da A.'.R.'.L.'.S.'. União Maçônica Cajazeirense nº 20 - GLEPB, Oriente de Cajazeiras-PB e comitiva; o Ir.'. Altemar Vieira, representando a A.'.R.'.L.'.S.'. Estrela do Vale nº 3174 GOB-PB; e os IIr.'. Benoni, José do Monte, Josenildo e Segundo, representando a A.'.R.'.L.'.S.'. José Rodovalho de Alencar nº 2.912, jurisdicionada ao GOB-PB, Oriente de Cajazeiras-PB.

Após a missa, houve ágape na Área de Lazer Alcindo Xavier, patrimônio da União Maçônica, com a participação do Ir.'. Willame Braga, Obreiro da A.'.R.'.L.'.S.'. União Maçônica Cajazeirense nº 20 e Grande Segundo Vigilante da GLEPB.

 Seguem fotos: